domingo, 9 de dezembro de 2012

Alunos da UFTM visitam CEA Sítio da Pedreira





O Centro de Educação Ambiental Sítio da Pedreira recebeu no sábado, dia 08 de dezembro de 2012, alunos do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do curso de Geografia. O Programa é coordenado pela professora Dra. Amanda Regina Gonçalves, que também acompanhou o grupo. No CEA, foram recebidos por Renato Muniz e Mara Maciel. Um dos objetivos do grupo era conhecer e trocar ideias sobre possibilidades da Educação Ambiental numa área natural. Outro objetivo era conversar com Renato e Mara a respeito do trabalho que desenvolvem com literatura (leitura de mundo e escrita). Antes, em sala de aula na Universidade/UFTM, os alunos leram o livro Crônicas Impertinentes, de Renato Muniz.

Um reforçado café da manhã já estava na mesa quando chegaram. Logo depois foram até a sala de aula do CEA para uma explanação sobre o lugar, ouviram explicações sobre o tanque biosséptico instalado na propriedade e conheceram a sede do CEA, onde viram uma coleção de sementes, a biblioteca e objetos antigos, típicos da região no passado. Depois, fizeram a Trilha da Pedreira. Ao retornarem da trilha participaram de uma dinâmica de sensibilização e foram conheceram o minhocário, com destaque para questões sobre conservação do solo.

A manhã foi muito bem aproveitada e os estudantes do Curso de Geografia podem ter a certeza de que o CEA Sítio da Pedreira é um parceiro interessado numa Educação Ambiental inovadora e progressista. O CEA é um local onde a teoria e a prática ambiental apresentam-se de modo crítico e construtivo.

















segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Seminário em Brasília, DF

Seminário de Boas Práticas em Educação Ambiental na Agricultura Familiar



Mesa de abertura do Seminário
No dia 28 de novembro, Mara e eu estivemos em Brasília (DF), na abertura do Seminário de Boas Práticas em Educação Ambiental na Agricultura Familiar e no lançamento do livro "Boas Práticas em Educação Ambiental na Agricultura Familiar", com 25 experiências selecionadas, provenientes de todo o país. O evento aconteceu no auditório do IBAMA, das 16h às 21h.
A proposta do Seminário era mostrar e discutir as experiências selecionadas (as “boas práticas”), “demonstrando os diferentes aspectos e abordagens existentes neste tipo de ação,” segundo o IBAMA. Estavam presentes os expositores, representando as 25 experiências selecionadas para a publicação; representantes do MMA e suas vinculadas, SEMAS, CIEAs, membros do GT PEAAF, representantes de órgãos governamentais federais (MEC, MDA, INCRA, MAPA, etc.), universidades, institutos federais, representantes de Conselhos (CONAMA, etc.), representantes de movimentos sociais do campo (Sindicais, etc.), agentes de ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural), dentre outros.
Para nós, do Centro de Educação Ambiental Sítio da Pedreira, foi muito importante conhecer as experiências selecionadas e poder conversar com os responsáveis por algumas delas. O que se observa é o alto grau de seriedade e envolvimento do pessoal que trabalha e vive a Educação Ambiental. Importante também é perceber o empenho do Governo com a agroecologia e a defesa da Agricultura Familiar.
O que se espera é que iniciativas semelhantes tenham continuidade no futuro. E que a Educação Ambiental seja sempre uma prática libertadora, crítica e transformadora.
Mara e Nilo Sérgio de Melo Diniz (Diretor do Departamento de Educação Ambiental do MMA) 

 Nilo Diniz (MMA) e Renato

Adriano Alex (do Acre) explica como trabalhar com a Mochila do Educador Ambiental
Mara e Eliane Beê Boldrini e seu trabalho com produtores rurais em Antonina, PR
Janailton Coutinho, da UFPI (Piauí) e Mara
Mara e Zelita Maria Santos Rocha, da Fitovida
As experiências selecionadas
Mara e Ednaldo Vieira do Nascimento (Projeto "Briquete: a lenha que brota do lixo")
Professor Gilmar (Lavras, MG), da Ecofossa e Renato
Adriano (Acre) e Renato
Plenário
Na mesa, destaque para o professor Paulo Nogueira Neto
Renato e Ednaldo, da Fundação Mata Atlântica Cearense

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Três dias de acampamento no CEA Sítio da Pedreira





O grupo chegou muito animado para acampar, se divertir e refletir. Três dias de atividades para aproveitar a companhia, o lugar e o feriadão de 15/11. Quase trinta pessoas, a maioria jovens estudantes das cidades de Uberlândia e Uberaba. Eles chegaram logo de manhã, desceram com as mochilas, as barracas e a tralha toda até o local do acampamento. Reconheceram o local para armarem as barracas e, depois de montado o acampamento, tiveram um momento para as apresentações do grupo, a discussão da programação, das normas e, inclusive, das tarefas.

À tarde, como era previsto, desabou um chuvão. Ficaram todos apreciando a água bem-vinda, pois precisamos dela. Houve o encantamento pela chuva, depois a cantoria e muita alegria, até que a chuva cessou. Foram verificar o estado das barracas e duas delas não suportaram a água que caiu. Até que o resultado não foi ruim, enxugaram e colocaram tudo a salvo num lugar seco.

Mais tarde, aproveitaram a terra molhada para um entendimento sobre o conjunto solo/rocha/minhocultura/chuva/plantio. Após as explicações dadas pelo professor Renato Muniz, e com o objetivo de uma maior aproximação da natureza, literalmente por a mão na terra, foram ao viveiro para escolher as mudas a serem plantadas. Todos tiveram a oportunidade de plantar sua muda nos locais previamente determinados. Teve gente que plantou mais de dez mudinhas!  

À noite, tiveram uma reunião na roda da fogueira para uma atividade com os coordenadores do grupo. No dia seguinte, logo no período da manhã, fizeram uma trilha. E, para melhor aproveitar a trilha, a professora Mara Maciel dividiu o grupo em duas equipes, cada uma com máquinas fotográficas e livro para coleta e observação da flora. Após o almoço, teve banho de cachoeira e piscina. Água assim é pura diversão, brincadeira e alegria.

Depois do jantar à beira do fogão de lenha, todos foram assistir a um filme com direito a debate. Estes momentos são importantes para indagações e reflexões, para estreitarem os laços de convivência entre os participantes, para o entendimento da realidade em que se vive e para ampliar a leitura de mundo de cada um.

No dia seguinte, o grupo foi reunido para desmontar o acampamento e para uma avaliação da atividade juntamente com os coordenadores.

Após o almoço houve a atividade de finalização, limpeza do local, um “pulo” na piscina e a despedida!

Todos levaram consigo muitos sorrisos e a vontade de um retorno breve: voltem sempre!